INTERAÇÃO

O ANO (SOMBRIO) QUE COMEÇA

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E já sabemos como vai ser e como vai terminar

Qual é a real situação das relações no trabalho?

 

Tudo indica que 2016 será muito pior que as piores perspectivas traçadas noventa dias atrás, em especial no campo das relações no trabalho.

Todos os fatores negativos deverão continuar concorrendo contra, desmotivando e desengajando as pessoas num momento em que as empresas mais precisam da sua força de trabalho:

  • os sindicatos se isentando de suas responsabilidades e adotando atitudes que somente pioram os problemas emergenciais que impactam as empresas e os próprios trabalhadores;
  • os órgãos públicos fiscalizadores (MTE, MPT, RF), mais disponíveis e atuantes, continuam estimulando denúncias e impondo interpretações próprias de regras legais;
  • a Justiça do Trabalho, cada vez mais extrapolando suas prerrogativas, por meio de jurisprudências que alteram dispositivos legais, criando expressivos passivos trabalhistas e causando uma insegurança jurídica generalizada;
  • as Centrais Sindicais, que continuam influenciando e orientando os seus sindicatos filiados a se utilizarem de valiosas moedas de troca, como: a PLR, os regimes de trabalho, as representações nos locais de trabalho;
  • o eSocial, verdadeiras unhas afiadas da Receita Federal, pronto para entrar em ação, apesar do fiasco no caso dos empregados e empregadas domésticas;
  • a redução de jornada de trabalho, com grande chances de ser aprovada no Congresso, um arremedo de experiências fracassadas de outros países para a criação de empregos;
  • a nova geração de trabalhadores e a evolução dos meios de comunicação, transformando radicalmente o ambiente de trabalho, por meio da formação de uma consciência coletiva, muitas vezes fora da realidade, mais sobre os seus direitos e deveres das empresas e menos pelo contrário.

 

O que fazer? Que caminho seguir? Com quem contar? 

 

Essas questões, motivos de preocupação diuturna das lideranças empresariais, podem ser respondidas de uma forma simples e objetiva: arregaçar as mangas e iniciar um trabalho imediato de identificação e priorização dos problemas reais e potenciais.

Convocar, sensibilizar, comprometer e capacitar as lideranças internas e, juntos, iniciar um conjunto de ações mitigadoras dos prejuízos (in)evitáveis à produtividade, aos custos operacionais, ao ambiente de trabalho e à imagem institucional e comercial da empresa.

 

Por onde começar?

 

O primeiro passo, a identificação e priorização dos problemas reais e potenciais deve seguir uma linha objetiva de análise por meio dos 9 Fatores que Impactam o Ambiente de Trabalho e a Produtividade, como as atitudes das lideranças, os meios e processos de comunicação, a atenção às condições de trabalho em relação à legislação trabalhista, as estratégias e formas de negociação sindical, entre outros.

O modelo HGM de gestão das relações no trabalho, desenvolvido em quase trinta anos de experiência acumulada com grandes empresas e em situações críticas, contempla soluções permanentes e/ou emergenciais que suportam as estratégias de negócio e a continuidade operacional das empresas.

Seus pilares de sustentação estão voltados para a Competitividade e Produtividade, Relações Interpessoais e Relações Sindicais.

Entre as principais atuações estão a capacitação e comprometimento das lideranças, soluções criativas para jornadas de trabalho, negociação sindical, eficácia da comunicação interna, prevenção de conflitos e, quando necessário, condução de demissões coletivas com dignidade e respeito.

Heli Gonçalves Moreira

Sócio Diretor

 

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