PÁGINA RÁPIDA

Demissão em Massa

VOLTAR

Se necessário, mas com dignidade e respeito

 

Qual a melhor estratégia para um processo de demissão em massa? Demitir no último momento, de surpresa, sem prévio aviso? Avisar a todos os envolvidos antecipadamente? Negociar antes, durante ou depois com o sindicato dos trabalhadores?

 

Desde 1967, quando o Brasil trocou a estabilidade no emprego pelo Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, o fantasma do desemprego passou a aterrorizar a totalidade dos trabalhadores da iniciativa privada, sempre que surge a ameaça de uma crise econômica.

 

Estamos diante de uma nova crise que, pela sua extensão e profundidade, se apresenta como sem precedentes, impiedosa, atingindo a todos indistintamente.

 

As empresas, de um modo geral, depois de esgotados os recursos de férias, licenças, redução de jornada etc., estão sendo obrigadas a recorrer ao expediente da demissão em massa, sem a garantia de que não serão necessárias mais demissões a seguir.

 

Afinal, diversos fatores, internos e externos, concorrem para o agravamento e continuidade de uma crise, como é o caso atual.

 

A demissão coletiva, mesmo sendo conduzida com responsabilidade, é um processo decisório traumático para as empresas, trabalhadores, familiares e sindicatos, com reflexos diretos e imediatos para toda a sociedade.

 

 

A decisão é do dirigente empresarial, pois toda crise tem um dono e este não pode abdicar dessa responsabilidade. Sua obrigação é, em primeiro lugar, manter o empreendimento (investimentos, vendas, produção, estoque, recursos materiais, humanos etc.) em equilíbrio mínimo durante a crise, visando o imediato retorno à recuperação e à normalidade quando os primeiros bons sinais começarem a aparecer.

 

Entre os fatores de equilíbrio do empreendimento, um merece destaque especial, pela sua natureza e impactos – os colaboradores, em todos os níveis da organização atingida pela crise.

 

Quando um processo de demissão em massa se torna inevitável, a empresa deve priorizar e assumir como premissas norteadoras a dignidade e o respeito para com os colaboradores e seus familiares, através do diálogo, não somente os que serão demitidos, mas também os que permanecerão com seus empregos assegurados, ainda que temporariamente.

 

A dignidade e o respeito devem nortear todas as fases do processo, desde a definição e aplicação dos critérios selecionadores de quem será demitido, passando pela comunicação adequada e oportuna às lideranças internas, empregados, representantes sindicais e demais autoridades, entidades e pessoas que sejam impactadas pela demissão em massa.

 

A HGM Consultores vem ajudando as empresas no cumprimento dessa espinhosa e complexa tarefa, ao longo dos últimos 28 anos, por meio de uma metodologia que contempla aspectos estratégicos, táticos e operacionais, fundamentais para o processo da demissão coletiva, como a capacitação das lideranças e áreas de apoio para serem os portadores da notícia, sem hipocrisia, aos empregados que serão demitidos, entendendo e sabendo lidar com as suas reações, apoiando-os na compreensão e assimilação da nova situação.

 

Contempla também a capacitação e assessoria à empresa e aos profissionais designados para negociar com o sindicato dos trabalhadores, agora uma obrigação determinada pela Justiça do Trabalho, as estratégias e condições para a consecução da demissão coletiva.

 

Essa metodologia já foi aplicada em estrita obediência aos preceitos éticos, morais, legais e humanos, em dezenas de casos como: processos de privatização, fechamento e transferência de unidades operacionais, vendas e fusões de empresas, adaptações a situações de crises econômicas, entre outras.

 

Reputações, que demoram anos para serem construídas, podem ser perdidas numa crise. Ter um plano responsável e estruturado para demissões coletivas é a melhor estratégia.

 

Conheça mais esse serviço, ou

 

Entre em contato com o consultor especialista (11) 4727-3139

 

Heli Gonçalves Moreira

 

Sócio fundador, estrategista empresarial. 


Compartilhe:  Bookmark and Share